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quase memória do "Quase Memória"

            Não é meu costume então não estranhem meu estranhamento quando faço essas observações "marcando" um livro . Sinceramente  nem mesmo sei porque as escrevi na tarde de 4 de maio de 2026 , tantos anos depois de adquirir esse livro  em 13/10/1995 , mais de trinta anos passados.          Talvez porque (apesar dele merecer) nunca tenha lido esse livro todo sem solavancos e interrupções como fiz agora. Talvez porque esteja impactado por um dos mais belos relatos da relação entre pai e filho que já li. Cheguei tarde, mas cheguei. Pena Cony ( que se vivo fosse teria feito 100 anos) não estar vivo para eu dizer isso a ele.     O tema - relação pai e filho- me é caro. Me toca, me inspira e me aflige. Ainda mais porque sei que por mais que me esforce nunca chegarei a fazer algo parecido. Que belo livro! Antes tarde do que nunca agradeço : grato Cony.

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