MAROCK


Depois de vários informes de nossa Tania Celidônio falando de bons filmes no Festival do Rio eu venho aqui para falar de um filme ruim que está em cartaz no Reserva Cultural sala 4, na avenida Paulista em São Paulo. Chama-se Marock , uma produção franco-marroquina dirigida por Laila Marrakchi. Está sendo vendido como um filme "cult" mas é uma bem acabada porcaria que narra a saga de um mauricinho judeu que se apaixona por uma patricinha árabe na bela e consumista Casablanca de hoje em dia. É uma tentativa tosca de contar a trajetória de um amor impossível emoldurado no universo da "Jeunesse Dore " marroquina que fala francês e acha estranha a cultura árabe. Se um ponto a favor o filme tem é o fato de nos mostrar quão triste é a globalização que hoje em dia nivela todos os jovens do planeta a tristes e entediados consumidores que adoram roupas de marca, ouvindo a mesma música, tomando e comendo as mesmas coisas e cobiçando os mesmos carros e gadgets de consumo. Seja em São Paulo, Rio,Bogotá, Moscou ou Casablanca.

Comentários

Carolina disse…
Pena que há filmes ruins... Assisti um na terça-feira que, deu para dar umas risadas, mas o roteiro é péssimo e as piadas pior ainda, pois só americano consegue entender (ou não!). O filme chama-se Nunca é tarde para amar! Ai ai ai...
Bjos...
Mara* disse…
Mais uma meleca. Mas, aqui e agora, teve o seu mérito, mais outro ponto a favor, é impossível mencionar Casablanca sem lembrar ‘Casablanca’...”Toque, Sam. Toque ‘As time goes by’"....lalalala...lalalala...

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