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AR CHEIO

AR CHEIO Ar cheio, trancadoFalta o ar na verdadeO ar pesa na grande cidadeAgora se quer apenas uma brechaCercar o pouco ar limpo que se fechaRespirar a plenos pulmõesSão abstraçõesHortas vazias de hortelãs, abobrinhas, manjericõesUm rio corre abaixo do viaduto e não se sustentaHá tanto passado aqui que ele não aguentaMas brotou de novo do solo que o canalizouPois o que era água ainda não acabouMas, não esqueçaO rio corre para o marO mar beija o rioIncentiva os afluentesque são emoções dormentespossibilidade de germinarainda que pareça impossível o alvorecer, o recomeçar, o brotarAr cheio na verdade pesa na grande cidadeRicardo Soares- 8 de julho de 2020- 18 e 58 min

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