TODO PROSA

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Escritor, jornalista, roteirista, diretor de tv. Dirigi, apresentei e escrevi para a  TV Cultura, CNT/GAZETA, BANDEIRANTES, MANCHETE,  Rede SESC/Senac,TV Brasil, TV Pública de Angola, TVT-TV DOS TRABALHADORES, GNT entre outras. Editei as revistas RAIZ, TRIP e HV e fui conselheiro editorial da Rolling Stone e um dos criadores do programa METRÓPOLIS da Tv Cultura do qual fui o primeiro apresentador. Fui repórter do Caderno B do JB e tomei parte da equipe fundadora do Caderno 2 do Estadão. No mesmo jornal fui cronista de 1993 a 1998. De 98 a 2001 fui cronista do Jornal da Tarde.  De 1998 a 2005 dirigi, escrevi e apresentei "Literatura" e "Mundo da Literatura" exibido em várias emissoras abertas e fechadas. Sou co-autor das peças "Olho da Rua" e "Quatro Estações". Autor de sete livros publicados como CINEVERTIGEM (ed. Record) e os infanto-juvenis VALENTÃO, O BRASIL É FEITO POR NÓS ?, DIA DE SUBMARINO e FALTA DE AR. Co-autor de outros tantos. Dirigi mais de uma dúzia de documentários e séries documentais para várias emissoras de tv. Publiquei todos os dias durante um ano em www.revistapessoa.com o 365- Diário do Anonimato do Mundo. Uma história por dia. Cada dia um lugar do mundo. Escrevo duas vezes por semana para a revista digital  Dom Total em www.domtotal.com . Entusiasta da comunicação pública também fui gerente de produção da TV Brasil e diretor de conteúdo e programação da EBC.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

JOHN LENNON, 30 ANOS ESSA NOITE...

      Eu tinha 21 anos, era um dia meio nublado e eu acabara de entrar na sala de um produtor cultural  (que infelizmente virou depois meu desafeto) na sede do Sesc da avenida Paulista quando súbito a reunião se estilhaçou com a noticia de que tinham matado John Lennon em Nova York. Trinta anos essa noite como lembra minha doce e diabética amiga Sonia Nunes no Facebook.
     Lógico que além da Sonia e desse que vos escreve milhares (milhões ?) terão hoje escrito sobre o tema pois Lennon mais do que um mitólogico beatle era aquele que simbolizava o sonho feliz da paz , da não violência, do mundo sem fronteiras conforme apregoa a letra do seu imortal "Imagine". E que bom que milhões escrevam sobre o tema se assim for pois estarão a plantar sementinhas de uma paz e de uma tolerância cada vez mais necessárias nesse planeta conflagrado onde a violência é cardápio midiático conforme eu escrevi no post de ontem.
    Lennon pediu uma chance para a paz e a paz não veio. Ou veio daquele jeito que conhecemos. Paz em estilhaços, paz conquistada a bala como vemos no Complexo do Alemão e em outros confins varonis do nosso país. Todo esse post é sim um amontoado de lugares comuns quando falo de "sementinhas", paz ou boa vontade . Mas quer saber ? ando me lixando cada vez mais para acadêmicos e intelectuais servis a fórmuletas racionais de pragmatismo. Eu quero mais é me comover com a dor alheia, não perder minha sensibilidade e ficar sim senhores e senhoras reclamando do que acho errado. Posso muito, mas muito menos do que Lennon, mas como ele creio que a felicidade não é um revólver quente. E eu não estou morto, ora bolas...

Um comentário:

Amèlie disse...

Porque eu também não quero me conformar com tudo, vestir uma capa de tudo bem para tudo. Porque eu quero doer quando tiver que doer, chorar quando tiver que chorar, pedir colo sempre.

Este cara significa muita coisa pra mim.
Um dia conto!

Beijos

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