TODO PROSA

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Escritor, jornalista, roteirista, diretor de tv. Dirigi, apresentei e escrevi para a  TV Cultura, CNT/GAZETA, BANDEIRANTES, MANCHETE,  Rede SESC/Senac,TV Brasil, TV Pública de Angola, TVT-TV DOS TRABALHADORES, GNT entre outras. Editei as revistas RAIZ, TRIP e HV e fui conselheiro editorial da Rolling Stone e um dos criadores do programa METRÓPOLIS da Tv Cultura do qual fui o primeiro apresentador. Fui repórter do Caderno B do JB e tomei parte da equipe fundadora do Caderno 2 do Estadão. No mesmo jornal fui cronista de 1993 a 1998. De 98 a 2001 fui cronista do Jornal da Tarde.  De 1998 a 2005 dirigi, escrevi e apresentei "Literatura" e "Mundo da Literatura" exibido em várias emissoras abertas e fechadas. Sou co-autor das peças "Olho da Rua" e "Quatro Estações". Autor de sete livros publicados como CINEVERTIGEM (ed. Record) e os infanto-juvenis VALENTÃO, O BRASIL É FEITO POR NÓS ?, DIA DE SUBMARINO e FALTA DE AR. Co-autor de outros tantos. Dirigi mais de uma dúzia de documentários e séries documentais para várias emissoras de tv. Publiquei todos os dias durante um ano em www.revistapessoa.com o 365- Diário do Anonimato do Mundo. Uma história por dia. Cada dia um lugar do mundo. Escrevo duas vezes por semana para a revista digital  Dom Total em www.domtotal.com . Entusiasta da comunicação pública também fui gerente de produção da TV Brasil e diretor de conteúdo e programação da EBC.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

sempre eterno Edgar Allan Poe

           Quando eu era mais moço me dava um tédio tremendo quando eu lia ou ouvia escritores consagrados ou gente da universidade dizendo que preferia a leitura dos clássicos aos contemporâneos. Aquilo me soava pedante, artificial , denotava uma baita má vontade com a produção literária contemporânea. Sobretudo a brasileira. E não é que muito antes do que eu esperava estou pagando pela língua ?  E não é que estou fazendo valer a premissa do Nelson Rodrigues que dizia "jovens envelheçam" ?
      Ainda não sei se por fastio ou se por de fato encontrar quase nada de interessante na produção literária brasileira atual dei de revirar meus velhos volumes guardados e dar de cara com coisas imperdíveis como os contos de Edgar Allan Poe que li em encarnações passadas aqui mesmo. Eles voltam à minha tona com força total me dando conta do óbvio : o que é bom mesmo é eterno e não se trata apenas de um juízo de valor. Poe é o pai de todos os escritos competentes de horror. Dele derivam todos os demais livros e filmes legais do gênero. Não há Stephen King que se preze que não tenha passado por ele e por H.P Lovecraft. Nesses dias chuvosos,  imerso numa bruminha que nada tem de Avalon reli com redobrado e renovado gosto os incríveis " O Barril de Amontillado", "A queda da Casa de Usher" e o terrível "Gato Preto" e me dei conta de que Poe e sua vida trágica são cenas que se intercambiam e fizeram dele o maior de todos nessa categoria. Que é afinal a categoria da eterna boa literatura. Sem análises pedantes e academicismos tediosos. Bom por si só. Quem nunca leu que corra atrás, por favor.  

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